A CADEIA DE VIDA É A CADEIA ALIMENTAR

A cadeia almática vivente é a cadeia alimentar.
“A vida é algo que se come, que se ama ou que
é letal”.
James Ephraim Lovelock
James Ephraim Lovelock – pesquisador e ambientalista inglês.
James Ephraim Lovelock - Nasce em Hertfordshire, Inglaterra
no dia 26 de julho de 1919.
É um pesquisador independente e ambientalista que vive na Cornualha
(oeste da Inglaterra).
A hipótese de Gaia foi sugerida por Lovelock, com base nos estudos
de Lynn Margulis, para explicar o comportamento sistêmico do planeta
Terra.
A Terra é vista, nesta teoria, como um superorganismo.
A CADEIA DE VIDA É A CADEIA ALIMENTAR
A vida é celular.
A gênese da vida é caracterizada por mente e corpo celular.
A gênese da vida é caracterizada por espírito e
matéria celular.
O “Eu Mente” é o “Eu Espírito”
em todos os níveis de vida, isto é, dos procariotos aos
seres humanos.
A vida é caracterizada por processo mental e por estrutura corporal.
A mente espiritual e o corpo almático vivente “São
Um”.
Espírito é diferente de alma vivente.
Espírito cria suas almas viventes.
Espírito é um campo mental inteligente de informação,
gerador de consciência que utiliza energia como sua matéria
prima.
Corpo almático vivente para nós é um complexo de
matéria inorgânica e orgânica entrelaçada,
emaranhada.
O corpo almático vivente é físico, é matéria,
é molecular, é transitório.
O campo mental de consciência é extrafísico, primário
e não localizado. O corpo almático vivente é físico,
secundário e localizado. O campo mental e o corpo físico
são estados ou dimensões diferentes da mesma realidade.
O campo mental de consciência é eterno e evolutivo. O campo
mental de consciência utiliza energia como sua matéria
prima.
Energia e matéria são um.
Matéria é energia condensada e energia é matéria
radiante.
Energia e matéria são interconversíveis.
Espírito nunca nasceu e nunca morreu.
Espírito é eterno e evolutivo.
O que não nasce com a vida, não morre quando a vida cessa.
Espiritualmente somos o que pensamos almaticamente somos o que comemos.
A cadeia almática vivente é a cadeia alimentar.
Todos os seres vivos são sistemas almáticos viventes.
A cadeia alimentar é a cadeia de presas e predadores.
Todos comem todos.
A vida é algo que se come, que se ama e que morre.
Não existe imortalidade do corpo almático vivente.
Todos os seres vivos morrem.
A bactéria não é imortal, ela apenas não
realiza apoptose.
Apoptose, quer dizer, morte celular programada.
As bactérias não têm programação genética
interna para morrer e para envelhecer, porém, elas podem morrer
por fatores externos.
Tanto a vida quanto a morte é algo que se come.
Morte, quer dizer, alimento pronto para ser consumido.
Os micróbios não têm intenções maléficas.
Os micróbios não têm intenções de
nos matar.
Eles nos têm como alimento.
Fazemos parte da cadeia alimentar deles.
Na verdade, eles nos comem na vida e na morte também.
Nós também comemos e bebemos todos os dias micróbios.
O que é vida?
Vida são micróbios e suas proles.
Talvez eles achem que nossos corpos são verdadeiros sundaes deliciosos
e que nossos cérebros possam ser verdadeiros pudins cósmicos.
O cérebro e todo nosso corpo na morte viram comida de micróbios
e de outros seres microscópicos e macroscópicos.
Eles encontram em nossos corpos um montão de água, uma
grande quantidade de proteínas, além de gorduras, carboidratos,
genes, íons inorgânicos e etc.
A vida é algo que se come, que se mata e que morre.
Devemos lembrar que espírito não pode comer espírito.
Espírito nunca nasceu e nunca morreu.
Vou repetir novamente: “O que não nasce com a vida não
morre quando a vida cessa”.
Mente espiritual é extrafísica, primária e não
localizada enquanto que o corpo almático vivente é físico,
secundário, localizado e transitório.
Quem morre é o corpo almático vivente.
O campo mental extrafísico e o corpo almático vivente
estão entrelaçados na natureza.
São estados diferentes ou dimensões diferentes da mesma
realidade.
José Eduardo Antonio de Matto
José Eduardo Antonio de Mattos
Muita Paz e Luz.
Um beijo no coração de todos.
José Eduardo Antonio de Mattos
Angela Maria de Aquino Mattos