ALLAN KARDEC


Um grande ícone de referência para a Espiritualização da Civilização Planetária.
Quem foi Allan Kardec ?
Allan Kardec, pseudônimo utilizado por Hippolyte Léon Denizard Rivail.
Nasceu em Lyon, França, 3 de outubro de 1804 e morreu em Paris, 31 de março de 1869, aos 64 anos, quando partiu para o mundo espiritual. Foi o codificador do Espiritismo, até então chamado de Espiritualismo. De uma inteligência fulgurante, formou-se em Pedagogia, Ciências e Medicina no Instituto Pestalozzi, em Yverdon, na Suíça, onde foi colaborador de Pestalozzi. Em Paris, continuou a divulgar o sistema educacional de Pestalozzi, e em 6 de fevereiro de 1832 casou-se com Amélie Gabrielle Boudet.
As suas principais obras espíritas são: "O Livro dos Espíritos", "O Livro dos Médiuns", "O Evangelho Segundo o Espiritismo", "O Céu e o Inferno", ou "A Justiça de Deus segundo o Espiritismo", "A Gênese, os Milagres e as Predições”.



Allan Kardec, trabalhador infatigável, fundou a revista que ficou famosa na época, “La Revue Spirite” e a Societé Parisiense d’Études Spirites. O fundamental em sua doutrina é a crença na reencarnação.
Na Revue Spirite, 1864, p. 199, escreveu Allan Kardec:
"Quem primeiro proclamou que o Espiritismo era uma religião nova, com seu culto e seus sacerdotes, senão o clero? Onde se viu, até o presente, o culto e os sacerdotes do Espiritismo? Se algum dia ele se tornar uma religião, o clero é quem o terá provocado."
A Espiritualização conduz-nos à constante reflexão, levando-nos a passar tudo pelo crivo da razão.
Segundo Christiano Torchi, autor do livro “Espiritismo Passo a Passo com Kardec”. Rio de Janeiro, FEB, 2007, relata o seguinte:
“A Doutrina Espírita, sem fazer proselitismo, convida o indivíduo a transformação íntima, ao burilamento interior, ao conhecimento e à conquista de si mesmo”.

O Espiritismo respeita à liberdade de consciência. Talvez, este site traga revelações espirituais renovadoras e libertadoras que assustem até mesmo alguns estudiosos da Doutrina Espírita, porém, elas foram transcritas para o papel com a mais alta fidelidade integrativa.
Essa é uma grande oportunidade da Humanidade de auto-reflexão para chegar a uma possibilidade de harmonia entre Ciência e Espiritualidade. Render-se incondicionalmente ao grande desconhecido seria o fim da Ciência, por outro lado, propagar a idéia de uma Ciência infalível, conduzida por heróis, talvez não passe de fundamentalismo científico.
A Espiritualidade e a Ciência são duas grandes abordagens pelas quais a humanidade busca a Verdade. É importante que a Espiritualidade e a Ciência troquem sempre idéias e que esse diálogo nunca cesse.
Quem quer conhecer a visão do mundo espiritual e científica não devem fazê-lo de modo superficial. Tem que ter conhecimento. “Espiritualização é cultura”. “Ciência é cultura”. São necessários estudos para observar e analisar, com mais profundidade. Começamos a compreender que conhecimento é liberdade e poder. É com conhecimento que iremos aprender a canalizar as energias do amor para realizações nobres, sem desvios, sem preconceitos e sem erros. É através do autoconhecimento que obteremos a auto-realização e a auto-espiritualização.
Devemos ser muito agradecidos ao “Codificador do Espiritismo”, Allan Kardec, que nos ofertou suas obras mediúnicas missionárias, libertando consciências, consolando corações e deixando as portas abertas do Espiritismo para as Ciências.

É importante entender, que no Universo Taquiônico e Quântico, nunca deixamos de estarmos ligados a tudo e a todos. “São chegados os tempos para a Humanidade conhecer a verdade”.

A Auto-Espiritualização não é uma religação. O Espiritismo não é não foi e nem será uma religião, segundo Kardec. A Espiritualização Sagrada e Divina não está em nenhum templo, mas, sim, no coração e na mente daqueles que desejam progredir e servir ao próximo.
Reverenciem, diariamente a Deus e comunguem com ele, no santuário do seu próprio silêncio íntimo. Não deixem que os grilhões da ignorância e dos maus hábitos os escravizem. Expulsem a esperança ilusória, que a felicidade virá através de aquisições materiais. Prosperidade não é tudo, “boa vida” não basta, seja eternamente feliz.
Lembre-se sempre de que a renovação espiritual e científica deve ser antes de tudo um ato de amor a si mesmo. Não estamos em guerra religiosa, nem em guerra científica, mas, sim, em plena transição dramática, conturbada e caótica, de um progresso científico e espiritual.

As religiões não estão equivocadas, mas, sim, obsoletas. A religião que se sustenta em dogmas, repelindo a Ciência, perde sua credibilidade. O tempo delas, na formação espiritual dos seres humanos, está encerrando se elas não se adaptarem ao progresso científico no terceiro milênio e à Espiritualidade Integral (Ecumenismo). “Fora da verdade não existe libertação”. Por outro lado, a pseudociência materialista que nega a Espiritualidade, também perde a sua credibilidade.

Devemos entender que a Espiritualidade e a Ciência completam-se reciprocamente: a Ciência sem a Espiritualidade acha-se na impossibilidade de explicar certos fenômenos; à Espiritualidade sem a Ciência, faltaria apoio e comprovação.
Para os conservadores espíritas e não espíritas levo a seguinte mensagem de Kardec, publicada no Livro dos Espíritos:
“A marcha dos espíritos é progressiva, jamais retrógrada”.
Atualizem-se sempre cientificamente e espiritualmente. Não se aprendem coisas novas, quando se acomoda aos padrões antigos. Não neguem o progresso. A Espiritualização conduz-nos à idéia de progresso permanente, pois o Espiritismo é “Ciência, Filosofia e Espiritualidade”, é a “Ciência das Ciências” segundo Kardec. Se a vossa consciência já não vos faz mais admirar qualquer nova possibilidade, como podeis acreditar em uma forma de existência diferente daquela do vosso corpo físico?
Allan Kardec disse textualmente:
"À Ciência cabe a tarefa dos fenômenos científicos. O Espiritismo não se envolverá nessa pesquisa científica. O Espiritismo aceita tudo o que a Ciência comprova, mas não se detém onde a Ciência pára. O Espiritismo estuda as causas, enquanto a Ciência estuda os efeitos. No dia em que a Ciência provar que os espíritos estão errados num ponto que seja, abandonaremos esse ponto e seguiremos a Ciência".
Na nossa visão atual, devemos perdoar sempre e respeitar as diferenças. Devemos viver no Amor, na União, na Compaixão e no Perdão. Amar, Servir e Perdoar são os pilares da Felicidade. O que queremos é Integrar, Unir e Viver no Ecumenismo. Viver na Consciência Cósmica, na Consciência Crística de que pelo “Amor Todos Somos Um”.
Amigos, os espíritos estão aí, e farão vibrar as civilizações futuras. O momento é crítico, mas é mister avançar.
Muita Paz e Luz.
Um beijo no coração de todos.
José Eduardo Antonio de Mattos
Angela Maria de Aquino Mattos