Pesquisas recentes mostraram que os conceitos
mais profundos do determinismo genético, estavam equivocados.
Existe atualmente um novo e revolucionário campo da biologia,
chamado de epigenética, que modificou completamente os
conceitos científicos sobre a vida.
O biólogo americano, Bruce H. Lipton, autor do livro
“Biologia da Crença”, acredita que, a mente
consciente está muito além da programação
genética. Estudando as comunidades celulares, ele chegou
à conclusão, de que, não somos vítimas
de nossos genes e sim donos do nosso próprio destino,
capazes de criar uma vida cheia de felicidade, paz e amor. Segundo
ele, os genes são meros modelos moleculares, utilizados
na construção das células, tecidos e órgãos.
É a consciência celular que controla os mecanismos
da vida, e não os genes.
Pray , 2004, e Silverman, também em 2004, através
de pesquisas epigenéticas, estabeleceram que os padrões
de DNA passados por meio dos genes não são definitivos.
Eles demonstraram que os genes não comandam nosso destino.
Influências ambientais como nutrição, estresse,
emoções, etc, podem influenciar os genes, sem
que causem modificações em sua estrutura.
Reik e Walter, em 2001, descobriram que estas modificações
podem ser passadas para gerações futuras, da mesma
maneira que o padrão de DNA é passado. A história
do controle epigenético é a história de
como os sinais ambientais controlam a atividade dos genes. Não
é o determinismo genético que controlam e impulsionam
nossas vidas, mas sim, os sinais do meio ambiente. É
importante entender que o fluxo de informações
é primazia do ambiente onde vive o sistema vivo. Devemos
entender que somos nós, os próprios geradores
e administradores de nossa vida e do mundo que nos cerca.
Muita Paz.
Um beijo no coração de todos.
José Eduardo Antonio de Mattos
Angela Maria de Aquino Mattos
Érika Bertozzi de Aquino Mattos