FOTOTRANSDUÇÃO
Devemos dar mais importância aos estudos das Bombas de Prótons,
Bombas Iônicas, Canais Iônicos, aos Filamentos Protéicos
dos Seres Unicelulares Procarióticos e Eucarióticos e
dos Microtúbulos dos Seres Eucarióticos Multicelulares,
pois são verdadeiras hastes de luz por onde a informação
percorre na célula.
O biólogo Luiz Carlos de Lima Silveira escreveu o capítulo 7 do Livro NEUROCIÊNCIA da Mente e do Comportamento, Editora LAB, Guanabara Koogan, e relatou abaixo o seguinte : “Os animais sofisticados apareceram a partir da chamada “Explosão do Cambriano” e neles se observa que as células fotorreceptoras associam-se a células de outras origens embrionárias para formar olhos, órgãos especializados em extrair da luz incidente informação sobre a variação da intensidade luminosa no espaço e no tempo”. “Quando estudamos os princípios ópticos em que os olhos dos animais se baseiam, verificamos que, embora os invertebrados, surpreendentemente, usam apenas olhos refratários simples”. “As células fotorreceptivas dos animais atuais apresentam opsinas e um conjunto específico de moléculas que participam das reações de fototransdução”. “Nos vertebrados estas células são do tipo ciliar e se dividem em dois tipos morfofuncionais distintos – cones e bastonetes”. “O estímulo adequado para essas células é a radiação eletromagnética com comprimento de onda do violeta ao vermelho (380 a 780 nm), que chamamos Luz, sendo que em muitos vertebrados a sensibilidade se estende ao ultravioleta”. “Em todas as opsinas de mamíferos, inclusive as humanas,
o retinal é derivado da vitamina A, mas existem opsinas de outros
vertebrados com retinal derivado de vitamina A2; para diferenciá-las,
empregam-se, respectivamente, os termos rodopsinas e porfiropsinas”.
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