UNIVERSO QUÂNTICO

O Universo Quântico é cheio de possibilidades e probabilidades.

Na modalidade quântica, evitamos respostas pré-concebidas. A criatividade é a meta. Temos que permanecer abertos às possibilidades mais expansivas. O Universo quântico é cheio de possibilidades e probabilidades. É bom entender, que no Universo quântico, nada se cria nada se perde, tudo se transforma e adapta-se diante da adversidade. A adversidade é importante, pois, faz do ser humano um sábio, e dos sistemas vivos, seres adaptáveis.
No mundo físico, nosso corpo é formado por, aproximadamente 100 trilhões de células e por mais de 216 tipos de células diferentes, tudo isso originado de uma única célula – o zigoto – que é a célula gerada pela fusão do espermatozóide com o óvulo. Mas, como uma única célula, pode dar origem, a um organismo tão complexo como o nosso? Isto só pode ser possível, através da divisão, migração e diferenciação celular, além de um grande trabalho de equipe e de cooperação das células.
Esse corpo físico, que acabamos de relatar, é uma estrutura anatômica feito por moléculas, células, tecidos, órgãos e sistemas, confinados no tempo e no espaço e operado por processos bioquímicos. O biologista celular visualiza a célula, não apenas como uma entidade individual completa, mas, também, como parte de sistemas complexos.

As moléculas do nosso corpo são formadas por um conglomerado de átomos. São átomos biogênicos, são átomos que geram todas as moléculas orgânicas, para a manifestação da vida, de um modo geral. O nosso corpo não é formado apenas por moléculas orgânicas, mas, também, por moléculas inorgânicas. As células são compostas de água, íons inorgânicos e moléculas orgânicas. 71% são de moléculas inorgânicas e 29% são de moléculas orgânicas. Dos 71% de moléculas inorgânicas, 70% são de água e 1% são de íons inorgânicos.

É importante entender que existem um pouco mais de 100 desses elementos químicos na Natureza, mas somente poucos constituem a maior parte dos sistemas vivos. Os principais átomos, em todas as células, são: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Estes elementos, da tabela periódica, não passam de excrementos de estrelas moribundas. A energia liberada, por essas explosões estrelares, reinicia a linha de produção de elementos. Essas explosões, implosões e colisões são recicladoras de vida. Na verdade, o Universo produz todos os elementos químicos necessários para a criação de toda a matéria viva e não viva existente em nosso planeta. Foram elas que ao morrer, semearam nossa vizinhança cósmica com os elementos químicos que compõe os planetas do sistema solar e que tornaram possível a vida, na Terra. Sem suas vidas e mortes não estaríamos aqui hoje certamente. Tudo no Universo é multidimensional, interconectado, dinâmico, cíclico e recorrente.

Devemos entender que o hidrogênio, o carbono, o nitrogênio, o oxigênio, o fósforo, o enxofre, o potássio, o cálcio, o magnésio, o cloro, e alguns outros elementos que compõe os nossos corpos, são produtos de outras estrelas que existiam antes do Sol, num ato constante de criação e destruição. Por isso, somos poeira das estrelas, somos feitos de poeira cósmica. Somos um certo tipo de dejeto cósmico, energizado pela luz solar. O Sol, na realidade é a fonte suprema de toda energia, crescimento e comportamento da vida.

Quando falamos sobre a origem e formação do Universo, estamos falando sobre nossa própria origem e evolução. A história de todo o Cosmo é a história do seu próprio ser e de todos os sistemas vivos. É estranho, mas somos partes vitais do Cosmo. Devemos entender que o Universo é intrinsecamente vivo e interconectado. Sem essas estrelas explosivas a vida não existiria. Essas explosões estrelares acabam funcionando, como grandes motores das transformações cósmicas. O grande físico, brasileiro e ateu Marcelo Gleiser, disse: “Do espaço viemos e para o espaço voltaremos”. Nunca é demais, relembrar, a inscrição no templo de Delfos: “Homem conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo”.

O Universo criou tudo o que vemos ao nosso redor, as estrelas, os planetas, as montanhas, a água, os seres vivos, etc. Tudo o que nós temos em nosso planeta foi feito pelo Big Bang ou dentro de uma estrela, através de Deus (Divino Espírito Único Supremo). Tudo no Universo caminha para a Unidade. O Big Bang grita por uma explicação divina.

O Universo se estende desde as vastidões do espaço intergaláctico até o interior do átomo. Uma antiga escritura budista diz: “em cada átomo dos domínios do Universo, existem vastos oceanos de sistemas de mundo”. O Universo é tão vasto, que a própria matéria visível é uma esmagadora minoria.
Ele parece mais um espaço vazio. Na verdade, não há nada de vazio. “O que te parece vazio está ocupado por energia e matéria escura que escapam aos nossos sentidos e aos nossos instrumentos”. O Universo é formado por 73% de energia escura, 23% de matéria escura e, apenas, 4% de matéria comum, o qual é visível. Com isso, podemos dizer que 96% de todo o Universo é invisível. Não é a “matéria visível” que predomina e, sim, a “matéria escura” invisível. Hoje em dia, sabemos que a parte invisível do Universo, que foi equivocadamente chamada de “Vácuo Quântico”, na verdade, é a “Plenitude Cósmica”. “Deus, é o Deus da plenitude – e não da vacuidade”.
Muita Paz e Luz.

Um beijo no coração de todos.
José Eduardo Antonio de Mattos
Angela Maria de Aquino Mattos

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